Terça-feira, 29 de Janeiro de 2008

Manhã Açucarada!

Acordei!

O sol entrava vigorosamente pelos buraquinhos da pressiana e embora a preguiça fosse muita sentia uma necessidade enorme de sorrir. Sorrir sozinha. Sorrir sem razão aparente. Sorrir para o mundo.

Levantei-me.

Peguei no telemóvel.

Tinha uma mensagem tua à espera da minha resposta.

"Bom dia princesa. É só para dizer que preciso de te ver e dar-te um sorriso responde assim que acordares", claro que não podia recusar e combinamos no nosso porto de abrigo.

Tomei banho.

Vesti-me com a roupa mais confortável.

Maquilhei-me ligeiramente para disfarçar os rastos das poucas horas de sono.

Perfumei-me e saí apressadamente de casa.

O precurso hoje parecia que era mais longo e não havia meio de chegar até ti, mas era só a minha ansea de te ter a falar mais alto. As pessoas que se cruzaram no meu caminho pareciam levar um ar inocente em cada face feliz, as musicas que passaram na rádio eram musicas animadas, o meu pensamento fugia e tentava perceber que poção mágica é esta que nos faz derreter com simples gestos e pelo simples facto de sentirmo-nos importantes ao ponto de alguem se lembrar de nós no seu amanhecer e de precisar de nos ver ou de precisar estar conosco.

Cheguei.

Estacionei o carro ao lado do teu.

Vi que não estavas lá dentro à minha espera como habitualmente.

Desta vez, e acho que pela primeira vez, não olhei para o espelho retrovisor antes de sair do carro. Fui procurar-te!

Vi acenares-me do meio do areal. Descalcei-me, deixei a mala e o casaco no carro. Segui até ti.

Peguei nas tuas mãos, puxei-te até mim e beijei-te.

Beijo bom. Daqueles ardentes cheios de sorrisinhos marotos pelo meio.

Pensei logo naquilo que tinhas andado a tramar...

Largas-te-me e correste...

Perguntei-te onde ias, respondes-te-me para ir atrás de ti.

"Corre Princesa"

Paras-te!

Parei e apontas para a areia!

Estavamos no meio de um pequenissimo coração mal desenhado por ti.

Ajoelhei-me sem acreditar e confusa.

Sentas-te-te ao meu lado sem nada dizeres e à espera de uma reacção minha.

Não sorria. Não falava. Não chorava. Apenas fiquei estática.

Descaí o rabo até ao areal e sentei-me...

Olhei para ti...

Num gesto de segundos montei-me em cima de ti. Empurrei-te até ficares deitado. E gritei pela primeira vez ao mundo para quem quisesse ouvir  A-M-O---T-E, libertei aquele sentimento que nos habituamos a viver somente guardado em nós, aquele que apenas desvendamos entre as paredes da tua casa, aquele que temos obrigatóriamente de esconder e que tratamos de amor.

Debrucei-me sobre ti...

Beijei-te...

Beijei-te...

Beijas-te-me...

Beijas-te-me...

E ficamos ali a olhar para o sol brilhante que nos iluminava.

Foi tão boa a surpresa.

Era uma das coisas que mais lamechas eu achava, que achava que nunca daria valor, que já ninguem fazia ou sentia e hoje mudei de opnião, afinal são as coisas lamechas e tolas que dão sentido ao amor e à cumplicidade.

E agora vou-me embora porque tu me esperas para jantar.

E quem sabe para dormir...

 

Não és a única razão do meu sorriso, mas és a mais importante.

 

Beijinho*

 

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